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Google Pixel 11 estreia com Tensor G6 e armazenamento base maior

Novo flagship da Google chega ao mercado internacional mantendo o visual anterior, mas traz mudanças internas e preço reajustado.

Por Equipe Editorial18 de setembro de 2026, 02h142 min de leitura2 fontes independentes
Pixel 11
Pixel 11. Foto: Google

O Google Pixel 11 foi anunciado oficialmente com uma construção que repete o design e os materiais da geração passada. O corpo utiliza vidro Gorilla Glass Victus 2 na frente e na traseira, além de uma estrutura de alumínio com certificação IP68 contra água e poeira.

A tela de 6,3 polegadas conta com tecnologia OLED, taxa de atualização de 120Hz e suporte a HDR10+. O painel atinge picos de brilho de 3.000 nits, mantendo especificações muito semelhantes às vistas no modelo antecessor.

No desempenho, a principal novidade confirmada é a estreia do processador Google Tensor G6, fabricado em processo de 3nm e equipado com novos núcleos. O aparelho sai de fábrica rodando o Android 17 e tem promessa de sete grandes atualizações de sistema.

O conjunto fotográfico traz uma câmera principal com um sensor ligeiramente maior de 1/1.56 polegada e 48 megapixels, acompanhada por uma lente telefoto de 10,8 megapixels com zoom óptico de 5x e uma ultrawide de 13 megapixels. A bateria de 4.985 mAh suporta carregamento com fio de 30W e carregamento sem fio magnético com padrão Qi2.2.

Em relação aos preços internacionais, a Google eliminou a versão de 128GB. O Pixel 11 agora parte de 256GB de armazenamento e 12GB de RAM, com valores inicias fixados em US$ 899 ou € 999, representando um aumento em relação ao modelo base do ano anterior, que custava US$ 799.

Paralelamente, o mercado norte-americano registra ofertas para modelos anteriores, como o intermediário Pixel 10a, que apareceu com desconto na Amazon por US$ 424 em vez do preço sugerido original de US$ 499.

O que muda para você

A transição do Pixel 10 para o Pixel 11 ilustra bem o dilema atual do mercado de smartphones: em vez de apostar em um redesenho radical que encareceria ainda mais o projeto, a Google optou por refinar o interior com o Tensor G6 e eliminar a opção de 128 GB, forçando o consumidor a pagar mais caro já na versão de entrada de 256 GB. Para o público brasileiro, onde a linha Pixel não possui distribuição oficial e depende de importação ou revendedores independentes, essa mudança significa que adquirir o novo topo de linha exigirá um investimento inicial consideravelmente maior, tornando os modelos intermediários da linha "a" — ou gerações passadas em liquidação — opções muito mais racionais para quem busca a experiência do software da marca sem gastar uma fortuna.

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Fontes desta matéria

Esta matéria foi redigida a partir das fontes acima, com verificação cruzada das informações e um bloco de análise próprio. Divergências entre as fontes ficam registradas no texto. Revisada por um editor antes da publicação.

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